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Hoje (23/05), 19h30: jornalistas do Brasil e da Argentina debatem direitos humanos

Patrícia Paixão

Se tem uma área que representa a essência da profissão de jornalista, sem dúvida essa área é a cobertura de direitos humanos.

Conforme preconiza o Código de Ética dos Jornalistas Brasileiros, em seu Capítulo II (“Da conduta profissional do Jornalista”), Artigo 6º: “É dever do jornalista: I – opor-se ao arbítrio, ao autoritarismo e à opressão, bem como defender os princípios expressos na Declaração Universal dos Direitos Humanos”.

E diferentemente do que algumas pessoas costumam pensar, defender os direitos humanos não é coisa de esquerdista e sim de todos que são HUMANOS. Simples assim. Isso porque dentre os artigos expressos na Declaração Universal dos Direitos Humanos estão o direito à vida, à liberdade de expressão, à saúde, à educação, a condições dignas de vida para sobrevivência e até mesmo o direito à propriedade. Ou seja, coisas essenciais a qualquer cidadão, independentemente da ideologia. É importante destacar que a declaração foi criada no final da década de 1940, com a participação de personalidades da direita e da esquerda.

Nesses tempos de pandemia, em que milhares de pessoas que vivem em comunidades e regiões periféricas enfrentam dificuldade para seguir as normas de isolamento social e higienização (muitas vivem em barracos e outras moradias precárias, sem saneamento básico e alocados um ao lado do outro, de maneira que fica difícil manter o distanciamento), é essencial que se discuta como garantir os direitos humanos a esses cidadãos. E o jornalismo tem um papel importante nisso, pois é a partir das denúncias feitas pela imprensa que o poder público se movimenta para prover essas pessoas de direitos básicos.

Neste sábado, 23 de maio, às 19h30, eu Patrícia Paixão, jornalista, professora de jornalismo (da Universidade Prebisteriana Mackenzie e da Universidade São Judas), responsável pelo Formando Focas, comandarei um bate-papo com dois jornalistas que são feras na temática dos direitos humanos no Brasil e na Argentina: Natalia Arenas, editora geral da Cosecha Roja, um dos principais veículos jornalísticos argentinos de direitos humanos, e Fausto Salvadori, editor e um dos fundadores da renomada Ponte Jornalismo, também referência nessa área de cobertura, só que no Brasil.

O evento é organizado pelo Programa de Integração da América Latina da Universidade de São Paulo (PROLAM/USP). Faço doutorado nesse programa e a temática está relacionada a minha linha de pesquisa.

O link para assistir à live no Google Meet é: https://meet.google.com/ixs-jsbr-nfk

Esperamos você! Não perca esse importante debate!

Mais informações sobre os debatedores e os veículos:

*Natália Arenas

Se graduó de Licenciada en Periodismo en la Universidad Nacional de Lomas de Zamora (Argentina). Trabajó como redactora y editora em medios gráficos y digitales de alcance nacional. Fue conductora y productora em espacios radiales y audiovisuales. Fue subeditora del sitio web de Diario Popular (tercer diario nacional en Argentina), donde impulsó el abordaje periodístico de los femicidios y la violencia contra las mujeres. Desde 2018 es editora general del sitio Cosecha Roja que propone pensar la violencia y la seguridad desde una perspectiva amplia, con una visión donde prevalecen los derechos humanos y la igualdad de género. Cosecha Roja es, además, una red de intercambio y formación de periodistas judiciales de América Latina. Em 2008, Natalia ganó el premio nacional Lola Mora en la categoría Prensa Escrita en Medios Digitales. Cursa la Diplomatura en Géneros y Movimientos Feministas de la Universidad de Buenos Aires.

*Sobre a Cosecha Roja

Cosecha Roja nació en 2010 en los primeros encuentros de periodistas, académicos, escritores y guionistas organizados por la Fundación Nuevo Periodismo Iberoamericano (FNPI) y Open Society Institute (OSI) como parte del Programa Narcotráfico, Ciudad y Violencia en América Latina. En 2013, se firmó el primer convenio de colaboración con la Asociación Miguel Bru para difundir y garantizar el fortalecimiento de los Derechos Humanos. El trabajo que hacemos se divide en dos grandes ejes. El primero se basa en la colaboración, formación y seguimiento de investigaciones de periodistas de distintos países de América Latina que participaron de alguno de los seminarios y talleres. Ellos forman parte de la red de trabajo de Cosecha Roja. Los hemos acompañado en el proceso de producción de textos de largo aliento y hemos publicado los resultados en nuestro sitio. El segundo eje de trabajo de Cosecha Roja comenzó como un monitoreo diario de los medios locales y regionales para detectar noticias que ofrezcan un punto de vista alternativo sobre temas de violencias. Con el tiempo, esa agenda que era mitad local y mitad latinoamericana, fue virando hacia las problemáticas locales en torno a la violencia machista, institucional, los crímenes de odio, el narcotráfico y las políticas de drogas.
Buscamos historias con miradas alternativas, que muestran las tramas complejas, con información de contexto y con la opinión de personas que trabajan en el territorio y expertos que reflexionan sobre la problemática. En ese sentido, Cosecha Roja funciona como un espacio de difusión del debate en torno a los Derechos Humanos.

*Fausto Salvadori:

Formou-se em Jornalismo pela Unesp em 1999. Trabalhou como repórter em sites, revistas e jornais como Vice, Trip, TPM, Revista Adusp, Galileu, Folha.com, Agora SP, Jornal da Tarde, Metro, Revista Joyce Pascowitch e Criativa, entre outros. Durante alguns anos, manteve o blog Boteco Sujo. Desde 2008, é jornalista concursado da Câmara Municipal de São Paulo, onde trabalha como repórter da revista Apartes. Em 2013, recebeu Menção Honrosa no Prêmio Vladimir Herzog de Direitos Humanos, na categoria impresso, pela reportagem “Em busca da verdade”, publicada na Apartes. É um dos fundadores da Ponte Jornalismo.

*Sobre a Ponte Jornalismo:

A Ponte surge com uma proposta única no jornalismo brasileiro. Nossa missão é defender os direitos humanos por meio de um jornalismo independente, profissional e com credibilidade, promovendo a aproximação entre diferentes atores das áreas de segurança pública e justiça, com o objetivo de colaborar na sobrevivência da democracia brasileira. Criada em 2014, tornou-se em pouco tempo uma das principais referências no campo do novo jornalismo praticado por veículos nativos digitais do País, e o único focado em segurança pública e direitos humanos.

Parabéns, MULHERES JORNALISTAS!

Por Patrícia Paixão

Hoje eu não quero falar deles. Não quero trazer para esse texto os nomes que sempre foram exaltados pelos meus professores ao longo dos quatro anos de graduação na Universidade Metodista de São Paulo e que continuam sendo recordados nas aulas que ministro no curso de Jornalismo (Joel Silveira, José Hamilton Ribeiro, Ricardo Kotscho, Audálio Dantas, dentre tantos outros).

Sim, eles são mestres da nossa reportagem e merecem ser admirados. Mas há muito tempo é hora também de falar DELAS. Elas que no futuro serão tão ou mais lembradas que eles, pois têm feito história, com sua coragem, idealismo e amor pela profissão, e fazem parte de um cenário que, embora ainda permeado pelo machismo, reconhece mais o talento feminino (se comparado ao século passado).  

Quero falar de Paulina Chamorro, que é uma das principais guerreiras da reportagem ambiental não só no Brasil como no mundo. Neste momento, essa mulher maravilhosa está produzindo um especial para a revista National Geographic que mostra o trabalho de cientistas mulheres que lutam em diferentes países para salvar o meio ambiente. Uma grande reportagem que envolve, além da revista, uma websérie e podcasts. Que mulherão essa Paulina!

Quero falar de Daniela Arbex que, além de todas reportagens emblemáticas que fez no período em que foi repórter especial da Tribuna de Minas, produziu três livros-reportagens importantíssimos, abordando diferentes problemáticas do nosso país de forma bastante humanizada: “Cova 312” (que mostra como as Forças Armadas torturaram e mataram um jovem militante político e sumiram com seu corpo, forjando um suicídio), “Todo dia a mesma noite” (que retrata a vida dos familiares de vítimas da Boate Kiss, reconstituindo o dia do incêndio e mostrando como essas pessoas estão hoje) e “Holocausto Brasileiro” (que revela os horrores ocorridos no Hospital Psiquiátrico Colônia de Barbacena, em Minas, onde os internos eram tratados como num campo de concentração).

Quero falar da grande Kátia Brasil que, no canal Amazônia Real, produz reportagens que elevam a voz dos povos da Amazônia e que denunciam injustiças cometidas contra eles, além de retratarem suas problemáticas. Uma mulher que decidiu ao lado de outras jornalistas maravilhosas, como minha amiga Liege Albuquerque (hoje não mais no canal, mas foi uma das fundadoras dele), lançar um projeto jornalístico corajoso numa das regiões que mais enfrentam interesses de grupos poderosos e criminosos.

Quero falar de Paloma Vasconcelos e Maria Teresa Cruz, da Ponte Jornalismo. Duas repórteres porretas que produzem matérias que visam garantir os direitos humanos, tão ameaçados em nosso país. Juntas já ajudaram a inocentar pessoas que eram acusadas injustamente pela nossa polícia e a denunciar assassinatos e violências cometidas pelo Estado.

Quero falar da querida Thaís Nunes, que também engrossa a luta do jornalismo de direitos humanos no SBT, com reportagens impactantes e sensíveis, que saem do caminho comum de criminalizar a priori os mais fracos, sem a devida investigação.

Quero falar da poderosa Patrícia Campos Mello, um dos maiores nomes do jornalismo internacional no Brasil e no mundo, atuando também em emblemáticas matérias investigativas que envolvem nossa política. Justamente pelo seu competente trabalho, enfrenta neste momento fake news e ataques misóginos vindos de um governo machista e covarde, que faz uso de instrumentos baixos para tirar o foco de questões graves em que está envolvido.

Quero falar da engajada Laura Capriglione que abandonou uma carreira de sucesso no jornalismo tradicional (chegou a estar à frente de renomadas revistas e foi repórter especial da Folha de S.Paulo) para lançar, ao lado de outros colegas idealistas, o Jornalistas Livres, um projeto jornalístico que envolve a população, de forma bastante democratizada, para mostrar aspectos da nossa realidade não retratados pela grande imprensa.

Quero falar de Elvira Lobato e seu destaque no jornalismo investigativo brasileiro. Algumas de suas reportagens sensacionais podem ser conferidas no livro Instinto de Repórter (escrito por ela). Outra jornalista investigativa incrível, destaque das novas gerações, é Andrea Dip, da Agência Pública. Suas reportagens mostram os impactos do machismo, da homofobia e do racismo em nossa sociedade. Uma jornalista que é ativista na luta pelo feminismo, mãe e integrante de uma banda punk.

Quero falar de tantas, tantas jornalistas… Com certeza vou me esquecer dos nomes de várias e peço desculpas por isso. Daniela Pinheiro, Natália Viana, Silvia Bessa, Juliana Kunc Dantas, Aiana Freitas, Maria Cristina Fernandes, Tatiana Merlino, Amanda Rahra, Basília Rodrigues, Sonia Bridi, Glória Maria, Michele Trombelli, Maju Coutinho: todas muito inspiradoras!

Quero lembrar também de jornalistas que até ontem estavam na minha sala de aula e hoje me dão muito orgulho, como a querida Beatriz Sanz, repórter do UOL, autora de reportagens sensacionais, militante na luta contra o racismo e em diversas outras lutas, e que acaba de ganhar uma bolsa de estudos de jornalismo em outro país, justamente por atuar defendendo os direitos humanos.  

E o que dizer da deusa Eliane Brum, dona de reportagens que são verdadeiras obras de arte? Sem dúvida, um dos melhores textos do nosso jornalismo. Como eu queria ser ao menos 1% essa mulher…

Um abraço apertado e carinhoso em todas essas jornalistas que honram a reportagem brasileira e enfrentam o machismo dentro e fora das redações. Apenas continuem! E que seus nomes sejam tão lembrados em nossas salas de aula como os nomes daqueles que realmente fizeram a diferença na arte da reportagem, mas que não eram os únicos. Tivemos muitas guerreiras jornalistas no passado, mas elas nem sempre viram seus talentos reconhecidos. Que a cada dia esse quadro seja revertido.

FELIZ DIA INTERNACIONAL DA MULHER A TODAS AS MULHERES JORNALISTAS!

Evento gratuito com jornalista Franklin Valverde discute estágio em jornalismo no contexto da profissão

*Patrícia Paixão

Cá estou de volta, queridx foca, para divulgar outro evento que você não pode perder! Vá anotando tudo aí na agenda, pois este início de outubro está bombando em termos de encontros imperdíveis na área.

No próximo dia 03 de outubro, quinta-feira, às 19h, no Sindicato dos Jornalistas de São Paulo, a Comissão Permanente e Aberta de Jornalistas em Assessoria de Imprensa (CPAJAI) promoverá um encontro com o jornalista Franklin Valverde sobre o tema “O estágio em Jornalismo no contexto da profissão”.

Valverde é autor da tese de doutorado “O papel pedagógico do estágio na formação do jornalista”, defendida na Escola de Comunicação e Artes da Universidade São Paulo. Como profissional do Jornalismo passou pelos quatro grandes grupos de comunicação brasileiros (Estadão, Folha, Abril e Ed. Globo). Foi editor das revistas Churrasco & Churrascarias e Viva Gourmet, apresentador do Radio Hispanidad, na Brasil 2000 FM, e do programa Debate Aberto, da TV São Marcos, no CNU-São Paulo. Atualmente edita a revista virtual Onda Latina (www.ondalatina.com.br), além de colunista de Cultura do programa Observatório do Terceiro Setor (Rádio Trianon) e é professor universitário. É também autor dos livros Banco de versos (Terceira Margem) e Antes do zoológico (Patuá), entre outros.

No encontro Valverde falará da importância do estágio para os futuros profissionais do jornalismo e os riscos dele ser realizado sem o devido acompanhamento pedagógico.

As inscrições para participar do encontro já estão abertas e podem ser feitas por aqui.

Todas informações aqui presentes são do Sindicato dos Jornalistas de São Paulo, que é um parceirão do Formando Focas. Sempre fazemos nosso aniversário nesta importante entidade, que foi e continua sendo vital em lutas históricas da nossa profissão.

PARTICIPE!! O EVENTO É GRATUITO!

Mais uma oportunidade de você fazer cobertura, publicar o texto em um lugar legal e, assim, enriquecer seu portfólio, aumentando suas chances para conseguir um estágio na área.

SERVIÇO:

Encontro com o jornalista Franklin Valverde

Tema: “O estágio em Jornalismo no contexto da profissão”.

DATA: 03/10/2019 (Quinta-feira)

HORÁRIO: às 19h

LOCAL: Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado de São Paulo, Rua Rego Freitas, 530, sobreloja, Vila Buarque, São Paulo, SP

Gratuito, 3º Seminário Internacional de Jornalismo debate futuro da área, jornalismo de dados e interatividade com o público

*Patrícia Paixão

Se tem uma coisa que é fundamental para quem desejar arrumar um estágio em jornalismo é participar de eventos interessantes na área. Não só participar, mas, se possível, fazer cobertura desses eventos e tentar emplacar as reportagens produzidas em blogs e sites respeitados pelo universo jornalístico. Isso é essencial para gerar portfólio e mostrar proatividade e paixão pela profissão, quesitos avaliados pelos empregadores.

Felizmente este segundo semestre de 2019 está repleto de eventos maravilhosos para quem ama o jornalismo. Basta se jogar!

No dia 1º de outubro, por exemplo, acontecerá o Seminário Internacional de Jornalismo promovido pela ESPM em parceria com a Columbia Journalism School. O evento será realizado das 8h30 às 17h, na sede da ESPM, na Vila Mariana, em São Paulo.

Acadêmicos e CEOs do jornalismo no Brasil e no mundo, além de feras da nossa reportagem, estarão presentes no evento discutindo o futuro da profissão e oferecendo dicas e técnicas em painéis específicos.

A palestra de abertura será com Ernest R. Sotomayor, professor e diretor das Iniciativas Latino-Americanas da Columbia Journalism School. Depois haverá uma palestra sobre “Gestão de crise em empresas de comunicação”, com Claudia Bredarioli, que é professora de Jornalismo da ESPM.

A manhã será encerrada com uma super mesa com o tema “Desafios do Jornalismo: novas formas de produzir, consumir e novos modelos de negócios”, com Felipe Recondo, sócio-fundador do JOTA; Francisco Mesquita Neto, diretor-presidente do Grupo Estado; João Carlos Saad, presidente do Grupo Bandeirantes de Comunicação; tudo isso com mediação de Leão Serva (que foi meu chefe no IG <3), professor da ESPM e diretor de jornalismo da TV Cultura.

À tarde os participantes poderão participar de dois painéis fantásticos. O primeiro será sobre “Jornalismo de dados: o que há por trás de grandes reportagens”, com Alana Rizzo, consultora na Albright Stonebridge Group e colaboradora da The Economist Intelligence Unit no Brasil; Daniel Bramatti, editor do Estadão Dados e do Estadão Verifica do Jornal O Estado de S. Paulo e Presidente da Abraji; Fabio Takashi, editor do DeltaFolha – Núcleo de Jornalismo de Dados da Folha de S. Paulo e Vice-presidente da Jeduca; e mediação de Antonio Rocha Filho, professor de jornalismo da ESPM. O segundo painel, intitulado “Repensando a interatividade com o público”, trará Fabíola Cidral, apresentadora da rádio CBN; Murilo Garavello, diretor de Conteúdo do UOL; e Renato Franzini, editor-chefe do G1; com mediação de Ricardo Fotios, professor de jornalismo da ESPM.

Agora vem a parte melhor de tudo, queridxs focas: O EVENTO É GRATUITO!!!

INSCREVA-SE JÁ! Clique aqui para fazer a inscrição.

SERVIÇO:

3º Seminário Internacional de Jornalismo da ESPM/Columbia Journalism School

Data: 01/10/2019

Horário: das 8h30 às 17h

Local: R. Dr. Álvaro Alvim, 123, Vila Mariana, São Paulo – São Paulo

mídia.JOR 2019 debate inteligência artificial no jornalismo com Zeca Camargo e jornalistas de diferentes veículos

*Patrícia Paixão

Inteligência artificial no jornalismo. Perderemos nossos empregos? Seremos substituídos por robôs? Ou viveremos experiências jornalísticas mais ricas e interessantes?? Taí um tema super importante e sobre o qual muita gente ainda precisa se inteirar.

Olha só que maravilha! A edição 2019 do mídia.JOR, congresso promovido pela revista e pelo portal IMPRENSA, vai abordar exatamente esse assunto, a partir das experiências de empresas e veículos que são referência no jornalismo e em IA (Inteligência Artificial).

O evento acontece no dia 26 de setembro (uma quinta-feira), das 14h às 22h, no Teatro Unibes Cultural, em São Paulo.

Dentre os especialistas que estarão presentes, debatendo o assunto, estão Claudia Quinonez, chefe de Automação de Notícias da Bloomberg e Laura Ellis, diretora de Inovação Tecnológica da BBC, participarão de Londres. Pete Clifton, editor-chefe da Press Association e Nic Newman, do Instituto Reuters de Jornalismo, apresentarão vídeo-cases, Daniel Flynn, editor da América Latina da Thomson Reuters, também confirmou presença.

Também participarão do encontro especialistas da Folha de S.Paulo, UOL, Estadão, Gazeta do Povo, TV Globo e TV Cultura, além das empresas de comunicação Torabit, Becabiz, inova.jor, Aos Fatos, LabData da FIA, The AI Academy e Neuromath Inteligência Artificial.

Segundo o portal IMPRENSA, a discussão sobre os algoritmos terão destaque nos quatro painéis centrais do mídia.JOR: o algoritmo em casa, mediado por Leão Serva; o algoritmo tupiniquim, com mediação de Zeca Camargo; o algoritmo financeiro e o algoritmo informado.

Você não pode perder esse evento!! Estarei lá e espero você também! As inscrições estão abertas pelo site www.portalimprensa.com.br/midiajor  

O valor é de R$ 50,00 para estudantes. Bem acessível!

O mídia.JOR conta com o apoio da Unibes Cultural e o patrocínio do Itaú Unibanco e do UOL. Também tem o apoio de mídia da Abraji, Jeduca e Propmark.

SERVIÇO:

DATA: Dia 26 de setembro de 2019, das 14h às 22h

LOCAL: Unibes Cultural SP – Rua Oscar Freire, 2500 (ao lado da estação Sumaré de metrô)

INSCRIÇÕES: http://www.portalimprensa.com.br/midiajor  



Formando Focas comemora 4º aniversário com evento gratuito sobre reportagem especial e jornalismo investigativo

*Por Patrícia Paixão

Queridxs seguidores e seguidoras,

Está quase chegando o evento que eu mais aguardo no ano: o aniversário do Formando Focas, esse espaço que criei com tanto carinho especialmente pensando em colaborar com estudantes de jornalismo e iniciantes na profissão.

A página está completando quatro aninhos de vida e, como de costume, iremos festejar com um evento bem legal e GRATUITO (sim, essa é a melhor parte rs) no histório Auditório Vladimir Herzog, do Sindicato dos Jornalistas do Estado de São Paulo. A celebração acontecerá no dia 17/08, um sábado, das 14h às 18h.

O evento será aberto com uma mesa sobre reportagem especial, com a participação dos jornalistas do R7 Beatriz Sanz e Kaique Dalapola, das editorias Internacional e Cidades (respectivamente), e Victória Damasceno, repórter com trabalhos publicados na Folha de São Paulo, Estadão, UOL, Revista Azmina, CartaCapital e revista Nova Escola (hoje Victória está no UOL).

Depois de um delicioso coffee break (porque sim, nós jornalistas gostamos muito disso rs), teremos uma mesa sobre jornalismo investigativo com o editor de Esportes do El País e comentarista da ESPN, Breiller Pires; a repórter do SBT, Thaís Nunes; a repórter da Ponte Jornalismo, Paloma Vasconcelos; o jornalista, escritor de diversos livros-reportagens investigativos e professor do curso de Jornalismo da Universidade São Judas, Moacir Assumpção; além do repórter do IG, Yago Sales, que atuou em diversas reportagens investigativas em Goiás, chegando a ser ameaçado de morte por conta de matérias que produziu, mostrando a exploração de usuários de droga por um pastor.

O evento contará com sorteio de livros-reportagens e camisetas da Ponte Jornalismo.

É sempre uma oportunidade valiosa para vocês, queridxs focas, fazerem networking e tirarem dúvidas sobre como dar os primeiros passos na profissão com colegas que estão na área. Além de participarem da nossa tradicional megaselfie.

Venham! Ansiedade matando ❤

As inscrições podem ser feitas neste link

SERVIÇO:

4º Aniversário do blog Formando Focas

http://www.formandofocas.com

Data: 17/08/2019 (sábado)

Horário: das 14h às 18h

Local: Rua Rêgo Freitas, 530 – Sobreloja – República

Encontro com Ricardo Kotscho debate assessoria de imprensa na Presidência da República

*Da Redação

A Comissão Permanente e Aberta de Jornalistas em Assessoria de Imprensa (CPAJAI) realizará no próximo dia 06 de agosto, terça-feira, às 19h, um encontro com o jornalista Ricardo Kotscho sobre assessoria de imprensa na Presidência da República.

Kotscho atuou como assessor de imprensa, respondendo pelo cargo de Secretário de Imprensa e Divulgação, no gabinete da Presidência da República, entre 2003 e 2004, no primeiro mandato do Governo Lula (2003-2006) e vem falar deste seu trabalho e conversar um pouco sobre essa difícil função.

O jornalista é um dos mais renomados e importantes repórteres brasileiros, com três prêmios Esso. É um dos entrevistados da série de livros Mestres da Reportagem, organizada pela jornalista e professora Patrícia Paixão, responsável por este blog.

Kotscho trabalhou nas redações dos jornais O Estado de S. Paulo, Folha de S. Paulo, Jornal do Brasil, onde foi correspondente na Alemanha; nas revistas Isto É e Época. Foi repórter especial da Revista Brasileiros; atuou nas TVs Globo, CNT, SBT, Bandeirantes, foi comentarista do Jornal da Record News e, atualmente, escreve para a Folha de S. Paulo, como colaborador, responsável por reportagens especiais.

Para se inscrever, clique aqui.

Serviço

Encontro com Ricardo Kotscho: Assessoria de Imprensa na Presidência da República

Data: 06 de agosto

Horário: às 19h

Sindicato dos Jornalistas de SP

Rua Rego Freitas, 530 – Sobreloja