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Dicas sobre livro-reportagem e jornalismo na TV marcam 3º aniversário do Formando Focas

 

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*Por Amanda Stabile

Fotos: Cadu Bazilevski e Sidney Barbalho de Souza

O blog Formando Focas, voltado a oferecer dicas e conselhos para estudantes de jornalismo, celebrou seu terceiro aniversário no último sábado (25/08), com evento gratuito no auditório Vladimir Herzog, no Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado de São Paulo.

“Ele foi criado em 2015 e desde então vem crescendo. Começou com meus alunos seguindo e hoje já conta com mais de 36 mil seguidores no Brasil inteiro”, explicou a autora do blog, Patrícia Paixão, que também é professora universitária e jornalista. “Rumo aos 50 mil!”, brincou.

O evento se iniciou com a mesa “O livro-reportagem como TCC”, na qual André Guimarães, autor do livro Gérson de Souza – Um repórter em extinção; Luciana Faustine, autora de À flor da pele: o impacto da internação compulsória na vida dos hansenianos e de seus filhos sadios; e Sidney Barbalho de Souza, autor de Marcelo Canelas – Por um jornalismo humanista, falaram acerca dos bastidores de produção de seus livros-reportagem.

Luciana Faustine explicou que a ideia de seu tema surgiu quando ainda cursava o segundo semestre da faculdade. “Eu estava conversando com uma professora de fotografia e ela me falou sobre uma amiga que também era jornalista. Mais tarde, pesquisando sobre ela, vi uma pauta que ela tinha proposto sobre o impacto da Hanseníase na vida dos filhos e familiares”, recordou. “Eu achei interessante a proposta, vi vídeos e pesquisei sobre o assunto. Quando chegou a hora de fazer o TCC eu falei ‘eu vou fazer sobre isso’”, complementou.

Helena, uma das personagens entrevistadas no livro, estava presente no evento. Ela foi separada dos seus pais – portadores da doença – logo no nascimento e afirma que há fatos sobre a internação deles que ela só tomou conhecimento a partir do livro. “É muito importante que tudo que a gente passou aqui no Brasil seja divulgado, para por um fim nos preconceitos quanto a hanseníase. Ela é como qualquer outra doença. E tem cura!”, afirmou.

A dica que Sidney Barbalho deixou para aqueles que também desejam um livro reportagem como TCC foi, caso seja uma obra biográfica, que a primeira entrevista seja feita com o personagem principal. Assim, a partir dessa conversa é possível estabelecer o ponto de partida para conhecer todas as demais pessoas que fazem parte dessa história.

Ele também enfatizou a importância da pesquisa – antes do primeiro contato é necessário pesquisar a história do personagem para embasar as questões e perguntar coisas relevantes – e do planejamento. “Eu estive em 5 estados diferentes em que o Canellas foi passando, em que a vida dele foi construída. Por isso, é preciso um planejamento financeiro, para estipular todos os gastos e honrar com o compromisso de todos os entrevistados”, afirmou.

André Guimarães alertou para o tempo de dedicação que um livro reportagem exige de seu autor.  “Uma coisa que vai acontecer no seu TCC é você ter de abrir mão de alguns momentos – com a sua família, de ir ao teatro, de sair. Mas você não vai estar perdendo com isso”, disse. “Porque, no meu caso, cada vez que eu ouvia novamente a entrevista eu aprendia mais e mais”.

Para ele, sua maior gratificação foi ver a emoção de Gerson de Souza e de sua família, no lançamento do livro. “A atenção que eles me deram ao dizer que a história deles não ia morrer nunca mais. Isso para mim não tem preço”, recordou.

A segunda mesa, “Reportagem, emoção e simpatia: é possível sim unir tudo!”, contou com a participação de Gérson de Souza, repórter especial da Record TV e de Fernanda Elnour, da TV TEM, afiliada da TV Globo em Sorocaba.

Gerson falou um pouco sobre a sua trajetória jornalística, passando pelo rádio e pela televisão, sempre com reportagens humanizadas e descontraídas. “Eu me lembro que uma vez eu fui advertido por alguém da chefia, que eu não podia colocar a mão no entrevistado”, relembrou. “Eu não só toco na pessoa, como eu abraço e até beijo”, brincou.

Fernanda diz que, diferentemente de Gerson, já iniciou sua carreira na TV na época do jornalismo mais humanizado. “Hoje em dia somos muito cobrados para fazer um jornalismo mais humano, com passagens participativas e com interação com a população”, disse.

Ao final da conversa, houve um novo lançamento dos volumes 2 e 3 da série Mestres da Reportagem, que reúne entrevistas com os maiores jornalistas do país, feitas por alunos e ex-alunos de Patrícia Paixão, organizadora do livro. Também houve o sorteio de alguns livros, inclusive Gérson de Souza – Um repórter em extinção, que foram autografados pelo repórter.

*Amanda Stabile é estudante do 5º semestre de Jornalismo da Universidade Presbiteriana Mackenzie. Ela escreve como colaboradora do Formando Focas.

Livro revela bastidores de solidariedade na cidade-mãe da equipe Chapecoense

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*Patrícia Paixão

Foto: Patrícia Saraiva/Divulgação

Se eu tenho orgulho dos meus alunos? Muuuuuuuuuuito! E como não ter?? Eles sempre me surpreendem com trabalhos jornalísticos maravilhosos.

A jornalista Tatiane Cordeiro, que foi minha aluna na Faculdade do Povo (FAPSP) e nas Faculdades Integradas Rio Branco, acaba de lançar um livro que rendeu elogios e contou com a presença (no primeiro lançamento ocorrido em São Paulo) do prefeito de Chapecó Luciano Buligon (PSB).

A obra mostra Chapecó sob uma perspectiva não trabalhada na imprensa. Conta a história da cidade e toda rede de solidariedade de seus moradores, a partir do trágico acidente com o time de futebol Chapecoense, em 28 de novembro de 2016.  O avião que levava a delegação da Chapecoense para Medellín, na Colômbia, caiu  a poucos quilômetros da cidade colombiana.

O livro, que é resultado do Trabalho de Conclusão do Curso de Jornalismo da Tatiane nas Faculdades Integradas Rio Branco,  mostra histórias de vida e de superação no município que tem mais de 200 mil habitantes e se destaca pela agroindústria e pelo turismo.

Com 114 páginas, a obra traz entrevistas com diversos personagens da cidade, dentre eles o jornalista Rafael Henzel, um dos sobreviventes do acidente com voo da Chapecoense.  Segundo Tatiane, a entrevista aconteceu seis meses após o acidente. “Henzel falou sobre a tragédia e o milagre de ter sobrevivido. Foi muito importante poder realizar este capítulo tendo ele como entrevistado”, descreve a jornalista.

O livro ““CHAPE: solidariedade que vai além do campo – Histórias da cidade de Chapecó” terá um novo lançamento, desta vez na cidade natal de Tatiane, o município de Mogi das Cruzes, no interior de São Paulo. O evento será realizado no dia 21 de agosto (terça-feira), às 19h, no Centro Cultural de Mogi das Cruzes. Se você é mogiano, NÃO PODE PERDER!!!

Tati, que orgulho vê-la brilhar com um livro-reportagem tão lindo. Te amo ❤

Serviço 

Lançamento do livro “CHAPE: solidariedade que vai além do campo – Histórias da cidade de Chapecó
Data: 21 de agosto de 2018
Horário: 19:00
Local: Centro Cultural de Mogi das Cruzes
Endereço: Praça Mon. Roque Pinto de Barros, 360 – Centro, Mogi das Cruzes/SP

Estudante escreve sobre suposta imparcialidade da imprensa

 

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Segue o texto “Carta à imprensa”, da querida aluna de Jornalismo da Universidade São Judas, Gabriela Ferreira. Bela reflexão!

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CARTA À IMPRENSA

Cara imprensa,

Sou só uma estudante de jornalismo. Não trabalho em redação ainda, escrevo sobre áreas completamente alheias à política e, sinceramente, não tenho interesse em discutir sobre isso com as pessoas do meu convívio, ainda mais considerando a situação em que nosso país está. Mas há algum tempo observo uma postura na cobertura jornalística brasileira que me incomoda e muito.

Quando entrei na faculdade, tinha aquela visão clichê de que jornalistas eram agentes da justiça e liberdade de expressão, totalmente imparciais. A primeira coisa que o curso e uma das melhores professoras que eu já tive me ensinaram foi que a imparcialidade é impossível no nosso ramo de atuação; ela foi brilhante ao ressaltar algo que estava bem embaixo do nosso nariz.

A partir do momento que você seleciona o conteúdo que entra em um texto, edita uma entrevista ou escolhe as pautas que vão ser tratadas na redação, já está deixando de ser imparcial. Quando escolhe a forma de tratar um assunto, escolhe seus entrevistados e decide que informações pode deixar de fora. Quando monta a pirâmide invertida e organiza as informações (que, relembrando, você selecionou) e as classifica em ordem decrescente.

Quando eu era criança, muito antes de pensar no que ia fazer para o resto da minha vida, a senhora minha mãe me ensinou que toda história tem três lados: o de uma pessoa, o de outra e a verdade. Ela disse que aprendeu isso apanhando muito como advogada, quando sentia dó de um cliente que acabava a comprando com uma história e depois alguma mentira acabava vindo à tona. Nunca pensei que algo assim poderia ser útil na minha profissão também.

Unindo os dois aprendizados, cheguei à conclusão de que a imprensa brasileira está sofrendo do crônico mal da necessidade de constantemente se posicionar politicamente, mesmo que de forma disfarçada. Quando seu jornal escolhe poluir a imagem de um candidato específico por um deslize que ele cometeu, por menor que ele seja, não é um erro. Erro é não fazer isso com todos os outros que também cometeram (e cometem) deslizes.

Se o dever do jornalista é informar de forma justa e imparcial, por que não estamos fazendo isso? Por que as direções dos veículos escolhem um dos lados da história para contar e não a verdade, como está nas bases do nosso ofício? Por mais jovem que eu seja, entendo que muitas vezes perguntas simples possuem respostas complexas, e soluções não aparecem do dia para a noite.

Para que algo aconteça, é preciso mudar todo um sistema. Abandonar políticos de estimação e expor abusos e falhas vindas de todos os lados e pessoas, independente de sua lealdade particular ou corporativa. A justiça e a mudança só irão acontecer quando percebermos que viver em um país de privilégios fortalece direta e indiretamente a corrupção de que tanto reclamamos.

A mudança apenas irá acontecer quando permitirmos. Por isso, como estudante com apenas um ano de curso pela frente, apelo nesta carta para todos os meus colegas de profissão: permitam e abracem as mudanças. Por vezes elas não vêm para desonrar as tradições e aprendizados estabelecidos pela sua experiência do ramo, e sim para acrescentar a elas.

Curso oferece técnicas e estratégias para a produção do texto jornalístico

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*Redação Formando Focas

Qualquer que seja a área em que o jornalista vá atuar (redação, assessoria de imprensa ou comunicação corporativa), ter um texto atrativo, coerente e preciso é pré-requisito.

Mesmo quem deseja trabalhar com TV ou com rádio, precisa saber construir um bom texto, para envolver o telespectador ou ouvinte.

O curso “Técnicas e estratégias para redação e edição de texto jornalístico”, oferecido pelo Centro de Formação Profissional do Formando Focas, é especialmente voltado a quem deseja aperfeiçoar a produção textual, do momento da redação à edição.

Além de ensinar técnicas e estratégias para construir uma abertura atrativa e garantir que as declarações dos entrevistados apareçam no texto de forma interessante e correta, o curso oferece dicas sobre como usar os elementos gráficos (título, linha fina, intertítulos e olhos) para conquistar o leitor.

Com duração de três horas, ele é oferecido para turmas pequenas, para assegurar um clima intimista. Assim os professores podem focar nas dúvidas e necessidades de cada aluno.

As aulas são ministradas no dia 1º de setembro (sábado), das 10h30 às 13h30, no Lobo Centro Criativo (Rua Capitão Cavalcanti, 35A), na Vila Mariana (próximo ao metrô).

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O investimento é de R$ 60,00 (para quem garantir a inscrição no primeiro lote – clique aqui para se inscrever). O curso oferece certificado.

Confira abaixo o conteúdo programático e o currículo das professoras:

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:

– Qualidades de um bom texto jornalístico: estilo, coerência, coesão, clareza e precisão.

– Como tornar o texto envolvente com o uso de recursos da literatura.

– Técnicas para a construção de aberturas atrativas.

– Como selecionar, editar e inserir as declarações dos entrevistados no texto jornalístico.

– Como transformar os elementos gráficos (título, linha fina, intertítulos e olhos) em “iscas” para atrair o leitor.

– Não erre mais: dicas práticas para melhorar a qualidade do seu texto.

*SOBRE AS PROFESSORAS:

Patrícia Paixão

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Jornalista e mestre em Comunicação pela Universidade Metodista de São Paulo (UMESP) e doutoranda pela Universidade de São Paulo (USP), no Programa de Integração em América Latina (PROLAM). É professora do curso de Jornalismo da Universidade Presbiteriana Mackenzie, da Universidade São Judas e da Universidade Anhembi Morumbi. Também lecionou na Uniban Brasil, FIAM-FAAM e FAPSP. É fundadora do blog Formando Focas, colunista dos portais IMPRENSA e Comunique-se, além de organizadora dos livros “Mestres da Reportagem” e “Jornalismo Policial: Histórias de quem faz”. Possui quase 20 anos de experiência na área jornalística. Foi repórter do portal IG e da Folha de S.Paulo e editora das revistas segmentadas Professional Publish (indústria gráfica) e Anave (indústria de papel e celulose). Também atuou como gerente de comunicação do Sindicato Nacional dos Auditores-Fiscais da Receita Federal do Brasil (em São Paulo) e assessora de imprensa de diversas organizações.

Tânia Trajano

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Jornalista, com mais de 20 anos de experiência na área. Atuou como repórter, chefe de redação e editora de publicações voltadas aos segmentos de negócios, economia, comunicação e marketing. É Mestre em Comunicação pela Faculdade Cásper Líbero (2002) e Especialista em Teoria da Comunicação, pela Faculdade Cásper Líbero (1999). É professora contratada da Universidade Paulista desde 2006. É sócia diretora da TT Projetos Editoriais, especializada na produção de conteúdo para as áreas de marketing e comunicação, e atua como colaboradora para veículos desses segmentos. É co-autora do livro “Marketing e Comunicação para Pequenas Empresas”, editado pela Novatec.

 

3º aniversário do Formando Focas contará com mestres da reportagem brasileira

Banner de divulgação

Por Patrícia Paixão

Chegou o momento que eu mais espero no ano: o aniversário do Formando Focas!!!!  🙂

E olha… está IMPERDÍVEL!

Como de costume, o evento será realizado no Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado de São Paulo, no histórico auditório Vladimir Herzog.  A data? 25 de agosto, um sábado, das 14h às 18h.

Abriremos com uma mesa-mara sobre “O livro-reportagem como TCC” e, depois de um delicioso coffee-break, contaremos com uma mesa sensacional sobre “Reportagem, emoção e simpatia: é possível sim unir tudo!”, com o repórter da RecordTV, Gérson de Souza (confirmado), e outros profissionais maravilhosos, como a repórter da TV TEM (afiliada da TV Globo em Sorocaba, no interior de São Paulo), Fernanda Elnour.

Também haverá na ocasião o segundo lançamento dos volumes II e III da série de livros “Mestres da Reportagem”, organizada por mim, com autoria dos meus queridos alunos de jornalismo. A série tem Gérson de Souza, dentre os entrevistados. Ela traz entrevistas com os principais nomes da reportagem brasileira.

O evento é gratuito e é preciso fazer inscrição previamente até as 18h do dia 24 de agosto (sexta-feira), clicando aqui. As vagas são limitadas.. Haverá sorteio de livros-reportagens para os presentes.

Vamos fazer a nossa famosa self! Aguardo todos! #muitoansiosa

PROGRAMAÇÃO

DATA: 25/08

HORÁRIO: DAS 14H ÀS 18H

LOCAL: AUDITÓRIO VLADIMIR HERZOG – SINDICATO DOS JORNALISTAS PROFISSIONAIS NO ESTADO DE SÃO PAULO – RUA RÊGO FREITAS, 530, REPÚBLICA

MESA 1 – O LIVRO-REPORTAGEM COMO TCC
Debatedores:

– Jornalista André Guimarães, autor do livro-reportagem “Gérson de Souza – Um repórter em extinção”

– Jornalista Sidney Barbalho de Souza, autor do livro-reportagem “Marcelo Canelas – Por um jornalismo humanista”

-Jornalista Luciana Faustine, autora do livro-reportagem “À flor da pele: o impacto da internação compulsória na vida dos hansenianos e de seus filhos sadios”

-Jornalista Emílio Coutinho, autor do livro-reportagem “Caso Escola Base: onde e como estão os protagonistas do maior crime da imprensa brasileira”.

Mediação: Patrícia Paixão

MESA 2 – REPORTAGEM, EMOÇÃO E SIMPATIA: É POSSÍVEL SIM UNIR TUDO!

-Repórter Gérson de Souza, RecordTV (confirmado)

– Repórter da TV TEM (afiliada da TV Globo em Sorocaba, no interior de São Paulo), Fernanda Elnour. (confirmada)

Mediação: Patrícia Paixão

LANÇAMENTO DOS VOLUMES II E III DA SÉRIE DE LIVROS “MESTRES DA REPORTAGEM”

-Patrícia Paixão e alunos coautores da série

PÁGINA DO EVENTO NO FACEBOOK: https://web.facebook.com/events/271778036934169/

 

 

 

 

ONG oferece curso gratuito com jornalista da TV Globo

O jornalista Henrique Dias da TV Globo

*Por Patrícia Paixão

Que tal aprender técnicas jornalísticas com um profissional experiente, atuante na maior emissora do país? Imperdível, hein?

A ONG Gerando Falcões – Vila Prudente, em parceria com o Coletivo de Comunicação Vozes, está promovendo o curso “Comunicação e Jornalismo”, lecionado pelo jornalista Henrique Silva, produtor de jornalismo da TV Globo.

Gratuito, o curso tem duração de quatro meses. Seu objetivo é fazer com que os participantes tenham um pensamento crítico sobre as questões sociais e conhecimento sobre as ferramentas básicas de comunicação para trabalhar em suas respectivas áreas.

De acordo com os organizadores, os alunos terão contato com técnicas de coletas e análise de informações, elaboração de pautas, criação de textos jornalísticos e debates sobre temas que estão em alta.

“Espero impactar as pessoas que farão o curso na forma como elas enxergam o mundo. Nós queremos fazer com que elas tenham um pensamento crítico e que enxerguem que dentro da realidade delas é possível comunicar, impactar e mostrar o que tem de bom. Mostrar que independentemente de onde você é ou a condição financeira é possível agregar valor à sociedade por meio do jornalismo”, destaca o jornalista Henrique Silva.

O curso é aberto para estudante a partir dos 15 anos. Os interessados podem entrar em contato pelo WhatsApp (11) 94554-5871, encaminhando as seguintes informações: nome completo, idade, telefone para contato e região onde mora.

As aulas serão ministradas na ONG Gerando Falcões, na Vila Prudente, na Rua Paraibuna, nº 568. Corra para garantir a sua inscrição!!

 

 

“Repórter do futuro” tem inscrições abertas para curso de cobertura de conflitos armados

 

Oboré

Insira uma legenda

 

*Patrícia Paixão

Foto: Oboré/Repórter do Futuro

Este é um curso que eu RECOMENDO MUITO E SEMPRE a todos estudantes de Jornalismo. Trata-se  do 17º Curso de Informação sobre Jornalismo em Situações de Conflitos Armados e Outras situações de Violência, que faz parte do projeto “Repórter do Futuro”,  realizado pela OBORÉ em parceria com o Comitê Internacional da Cruz Vermelha – (CICV) e Instituto de Pesquisa, Formação e Difusão em Políticas Públicas e Sociais – IPFD. O curso conta com o  apoio da Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo – Abraji.

Tenho diversos alunos que fizeram este curso e hoje estão bem colocados, em grandes redações, brilhando na área.

O curso é excelente, pois faz o estudante viver o ritmo de uma redação, tendo que entregar e emplacar reportagens em veículos reais toda semana.

Os alunos recebem críticas valiosas sobre seus textos e participam de coletivas com fontes renomadas. Imperdível!

As inscrições (clique aqui para se inscrever) estão abertas até o dia 16 de julho de 2018.  Os estudantes selecionados participarão das palestras / entrevistas coletivas entre os dias 29 de julho e 26 de agosto, sempre aos sábados, com coordenação do jornalista Aldo Quiroga.

“A atividade reúne, desde 2001, juristas, militares, policiais e jornalistas para tratar sobre normas internacionais aplicáveis em situações de conflito armado e outras situações de violência e sobre o trabalho da imprensa nestes contextos, além de apresentar o perfil da ação humanitária do CICV em mais de 80 países”, destaca a nota sobre o curso, divulgada pela Oboré.

Neste ano, os conferencistas serão o assessor jurídico do CICV, Gabriel Valladares, e o responsável do Programa com as Forças Policiais e de Segurança do CICV, Paulo Roberto B. Oliveira. Também haverá um encontro sobre a cobertura da imprensa brasileira de conflitos armados com os repórteres Patrícia Campos Mello e Lalo de Almeida, ambos da Folha de S. Paulo.

Ao todo, serão selecionados 20 participantes, estudantes universitários de graduação na área de Comunicação Social que tenham interesse nesse tema.

A seleção será realizada no sábado, 21 de julho, às 10h, durante encontro de confraternização com a presença do chefe adjunto da delegação regional do CICV, Filipe Carvalho. Os candidatos realizarão um teste de seleção que visa avaliar o perfil dos interessados e identificar quais poderão ter melhor aproveitamento do módulo.

MAIS INFORMAÇÕES FORNECIDAS PELA OBORÉ:

Metodologia

A estrutura do curso mantém o modelo adotado no Projeto Repórter do Futuro desde a sua criação em 1994: a cada encontro, realizado aos sábados, os 20 estudantes selecionados assistem a uma palestra de cerca de 40 minutos com um convidado e participam de conferência de imprensa. Ao final de cada encontro, produzem uma pequena reportagem e são orientados individualmente nesta produção.

A Reembolsa

No ato da matrícula, os estudantes selecionados deverão entregar um cheque no valor de um salário mínimo (hoje em R$ 937,00) e assinar um pacto de reembolsa. De acordo com as regras do curso, o cheque não será descontado se o estudante: 1. Participar de todos os encontros; 2. Redigir um texto jornalístico ao final de cada encontro; 3. Agendar e comparecer a um atendimento individual com a coordenação pedagógica do curso; 4. Publicar um texto sobre o tema em veículo com editor responsável. O aluno que cumprir todos esses critérios receberá o cheque de volta (Reembolsa) ao final do módulo, após o encerramento e a entrega dos certificados.

Sobre o CICV

No mundo todo, o CICV promove cursos, seminários e palestras como forma de aumentar o conhecimento e o respeito às internacionais que regem a condução de hostilidades, e também de apresentar o perfil neutro, imparcial e independente de sua ação humanitária em favor das vítimas dos conflitos armados e de outras situações de violência. No Brasil, onde a organização mantém presença permanente deste 1991, este trabalho é feito com membros das Forças Armadas, policiais, autoridades, acadêmicos e jornalistas, entre outros.

Programação

Encontro de Confraternização e Seleção
21 de julho, 10h00
Local: Auditório Vladimir Herzog do Sindicato dos Jornalistas de São Paulo
Rua Rego Freitas, 530 – sobreloja – Vila Buarque, São Paulo – SP
Apresentação de Filipe Carvalho, chefe adjunto da delegação regional do Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICV)

04 de agosto | 9h às 12h e das 13h às 16h
Introdução ao direito aplicável nos conflitos armados
Gabriel Valladares, assessor jurídico do CICV

11 de agosto | 9h às 13h
Normas internacionais aplicáveis à função policial no uso da força e de armas de fogo
Paulo Roberto B. Oliveira, responsável técnico do Programa com as Forças Policiais e de Segurança do CICV

18 de agosto | 9h às 13h
Cobertura da imprensa brasileira de conflitos armados e outras situações de violência
Patrícia Campos Mello e Lalo de Almeida, repórteres do jornal Folha de S. Paulo

15  de setembro | 10h30 às 14h
Encontro de avaliação e entrega de certificado

Inscrições online: Até 16 de julho de 2018
Encontro de Confraternização e Seleção: 21 de julho
Curso: 4 de agosto a 15 de setembro de 2018 (aos sábados)

Promoção: Comitê Internacional da Cruz Vermelha – CICV | OBORÉ Projetos Especiais | Instituto de Pesquisa, Formação e Difusão em Políticas Públicas e Sociais – IPFD

Apoio: Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo – Abraji

OBORÉ Projetos Especiais
Tel: (11) 2847.4567
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