Um dia memorável ao lado de mestres do nosso jornalismo

*Patrícia Paixão

Ontem (02/09) foi um daqueles dias lindos e memoráveis em que você tem certeza absoluta de que O JORNALISMO É A MELHOR PROFISSÃO DO MUNDO, como disse o mestre Gabriel García Márquez,

Eu e meus alunos da FAPSP fizemos uma aula externa na série “Repórter”, organizada pela diva-musa-deusa suprema Eliane Brum, no Itaú Cultural, em São Paulo. Saímos do evento flutuando, como se pisássemos nas nuvens.

Das 15h às 22h, tivemos uma série de aulas de reportagem, por meio de entrevistas com grandes mestres: José Hamilton Ribeiro (considerado o “repórter do século”, homenageado nesta 2ª edição da série), Clóvis Rossi, Ricardo Kotscho, Lúcio Flávio Pinto, Carlos Moraes, Leonencio Nossa, Kátia Brasil, Bruno Paes Manso, Laura Capriglione, Rene Silva e Bruno Torturra.

Conhecer melhor a trajetória desses heroicos repórteres, que fazem um jornalismo voltado a pessoas comuns, normalmente ignoradas e/ou excluídas,  nos deu  energia para trabalhar mais de 100 anos no jornalismo, se a saúde ajudar rs

Muitos deles levam o ofício de repórter de maneira independente, sem anunciantes, sem grandes estruturas.

Meus alunos fizeram a cobertura completa do evento e em breve postarei os textos deles aqui, para que você, leitor do Formando Focas, possa acompanhar um pouquinho da maravilha que vivemos ontem.

Enquanto isso, seguem algumas frases lindas, que registrei no evento, desses jornalistas que são pura inspiração:

“Como se homenageia um repórter? Escutando ele.”

Eliane Brum

“Está faltando vivência no jornalismo, estar próximo de onde os acontecimentos emergem. O repórter de retarguarda, de computador, não faz tanta falta como o que fica na linha de frente.”

Lúcio Flávio Pinto

“A viabilidade do jornalismo no futuro está no público. Se o público perceber que o poder da comunicação está em suas mãos, ele vai valorizar o conteúdo e vai querer pagar por ele.”

Bruno Torturra

“Não existe ética do jornalista. Existe ética do cidadão. Você não vai fazer, como jornalista, algo que não faria como cidadão.”

José Hamilton Ribeiro (referindo-se à defesa feita pelo jornalista Cláudio Abramo, em texto presente no livro “A Regra do Jogo”)

 

 

 

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